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Green Day lança novo disco e mantém a vitalidade

Green Day – divulgação

Por Ipitácio Oliveira – Surgido no auge do grunge na década de 1990, em parcerias com outras bandas, o Green Day já chamou a atenção logo em seu primeiro álbum Dookie (1994), com seu punk rock cru e sem rodeios. De lá pra cá, foram vários sucessos e o ápice com as faixas: Basket Case (94), When I Come Around (94), Wake Me Up When September Ends (04), Boulevard of Broken Dreams (04), entre outras músicas.

A partir dos anos de 2000, o grupo se manteve sem alardes e tendo a carreira já sólida , agora 26 anos após o seu debut, o trio formado por Billie Joe Armstrong (guitarra e vocais), Mike Dirnt (baixo e vocais) e Tré Cool (bateria) trilha por uma caminho alternativo, mas sem perder o estilo que os consagraram.

Em Father of All Motherfuckers (Reprise Records – CD/Vinil/Digital – 2020) o punk rock teen continua ativo, porém domesticado . Os riffs seguem simples, mas sem o estilo “garagem” tradicional do grupo. E abordaram pautas reflexivas sobre o dia a dia, como adolescência, amadurecimento, decepções, pessimismo e alguns temas mais vagos. Entretanto, o disco é curto com apenas 10 faixas em vinte e poucos minutos, mas nesse trabalho breve, o trio permanece com seu som juvenil e vigoroso.

Apesar de não ter novidades, a banda dá sinais de uma mudança sutil em seu comportamento, dando a entender que nos trabalhos futuros, os músicos irão produzir algo fora do que fazem hoje, mas sem perder a sua essência. Em outra observação, “Father of All…” não representa cansaço ou um esgotamento de ideias, mas um repouso para produção de algo maior. Com o tempo saberemos se a banda seguirá por essa nova trilha.

Mesmo sem um disco de grande relevância, o grupo se mantém firme ao seu estilo punk, e ficaram devendo um single cheio de energia como no passado.

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